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Comments: Quinta-feira, Outubro 19, 2006
Imperecível
Luxúria
Composição: Marjory Stock

Com você eu fico frágil pra enxergar
Nos seu olhos a minha incerteza

Por isso eu resolvi encerrar o nosso prazo
O nosso prazo
Pra ver você sorrindo sem ter que invadir o seu espaço
O seu espaço

Entre você e eu ficou quase tudo intocado
Mesmo que a nossa casa caia de repente você vai continuar aqui intacto
Na minha vida, na minha cabeça confusa
A sua vida imprevisível deixou a nossa validade invisível


E o meu amor imperecível

Com você a vida é sempre tão estranha
Eu te apavoro mas não posso te enfrentar

Por isso eu resolvi desfazer o nosso laço
O nosso laço
Pra não deixar o tempo destruir nosso frasco lacrado


Entre você e eu ficou quase tudo intocado
Mesmo que a nossa casa caia de repente você vai continuar aqui intacto
Na minha vida, na minha cabeça confusa
A sua vida imprevisível deixou a nossa validade invisível

E o meu amor imperecível

Entre você e eu ficou quase tudo intocado
Mesmo que a nossa casa caia de repente você vai continuar aqui intacto
Na minha vida, na minha cabeça confusa
A sua vida imprevisível deixou a nossa validade invisível




posted by **Belinha** 7:13 PM
Comments: Sábado, Outubro 07, 2006
Eu assumi um risco... sai de uma zona de conforto e não me arrependo! Ainda nãoa tingi o meu objetivo... mas... o busco incasávelmente

bjus

ASSUMINDO RISCOS



"Quem chega na frente bebe água limpa."

Adágio popular



Em outubro de 1994, o navio escandinavo Estônia afundou perto da costa
da
Suécia. Uma violenta tempestade criou um desequilíbrio na carga; eram
veículos, organizados em fileiras, que foram jogados para um só lado,
fazendo com que o navio tombasse. Em pouco tempo, a água começou a
invadir o
barco e puxá-lo para o fundo. Os tripulantes sabiam que a situação era
grave; disseram aos passageiros que cada um deles teria uma escolha a
fazer
e que teriam de escolher muito rápido. As opções eram acomodar-se num
pequeno bote e esperar que alguém os resgatasse ou ficar a bordo e
arriscar-se a afundar.

Havia mil pessoas a bordo: a maioria delas analisou as opções e
preferiu
ficar no ambiente seco e confortável em que se encontrava. Cem pessoas
tiveram coragem de lançar-se ao desconhecido, em meio à feroz
tempestade.
Foi um percurso difícil, mas elas se mantiveram firmes e acabaram sendo
resgatadas; assumiram o risco de sair da zona de conforto. Esses cem
corações valentes estão vivos hoje. Os outros passageiros, os 900 que
permaneceram a bordo, afundaram com o navio.

Você prefere atravessar a zona de segurança ou ficar confortável, mas
sem
saída? Você assume riscos e cresce ou contenta-se com menos?
Provavelmente
já lhe disseram que, hoje em dia, até sair de casa é perigoso, entrar
num
avião ou dirigir um automóvel também são situações que apresentam
riscos,
mas não deixamos de fazê-lo. Quais são os outros riscos? Falar o que
pensa,
mesmo contrariando outras pessoas; sair de um relacionamento abusivo;
dizer
não; mudar de emprego, de cidade ou de país.

O risco é relativo, o que é arriscado para você pode não ser para mim e
vice-versa. Pense no significado do risco para você e decida quais
deles
você está decidido a assumir. Tenho observado que, para alguns
indivíduos, o
simples fato de assumir riscos faz com que suas pontes se construam,
como
num passe de mágica. Assumir riscos lhe traz fé que os faz acreditar em
si
mesmos e sair em busca daquilo que desejam. Se quisermos viver
integralmente
e participar desse milagre chamado vida, precisamos assumir riscos. Há
bastante tempo, apresento para os participantes de minhas palestras o
seguinte poema:

Quem ri corre o risco de parecer tolo.

Quem chora se arrisca a parecer sentimental.

Quem busca o outro corre o risco de envolver-se.

Quem revela os sentimentos arrisca-se a mostrar quem é.

Quem expõe suas idéias e sonhos arrisca-se a perdê-los.

Quem ama arrisca-se a não ser correspondido.

Quem vive corre o risco de morrer.

Quem espera arrisca-se ao desespero.

Mas arriscar-se é preciso, perigoso é não arriscar-se nunca.

Quem não arrisca não faz nada, não tem nada, não é nada.

Evitando a dor, nada aprende, muda ou sente, nada cresce, ama ou vive.

Sua postura o acorrenta, torna-o um mero escravo: Renunciou à
liberdade,
pois só é livre aquele que corre riscos.

Este é o verdadeiro paradoxo. As mudanças são desconfortáveis, mas sem
elas
não há crescimento. Portanto, para crescer, precisamos sair da zona de
conforto, precisamos fazer algo diferente, experimentar algo diferente,
ativar o botão de agir com coragem. Gandhi disse: "Seja a mudança que
deseja
ver neste mundo." Em outras palavras, mostre o caminho! Vá em frente.
Seja
um exemplo. Arrisque-se!

A precaução em excesso traz consigo o risco da imobilidade, da
passividade,
da acomodação, da estagnação (Vida, essa é p/ vc). Ao seguir o adágio
"Não
seja o primeiro a abraçar o novo nem o último a abandoar o velho",
o
cauteloso às vezes se esquece de que "Quem chega na frente bebe água
limpa."

Daniel de Carvalho Luz

posted by **Belinha** 4:18 PM



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